quarta-feira, 25 de abril de 2007

Kaká


Ora cá. Ora lá. Perdão, essa já é do ex-poeta do futebol e ex-BBB, Pedro Bial. No aniversário do craque holandês Johan Cruijff, o brasileiro foi apontado como seu possível sucessor. Ou pelo menos, é o que mais se assemelha no estilo de jogo. Comparações à parte, Kaká é sem dúvida o principal jogador brasileiro atualmente. Sem estripulias e malabarismos, é considerado um dos melhores jogadores do mundo. Objetivo, inteligente, veloz. Completo. O sonho de qualquer treinador.
Sua atuação na primeira partida da semifinal da Copa dos Campeões, fez jus a sua fama. Habilidade e frieza, normalmente reservada aos mais experientes, na hora de marcar seus dois gols. O segundo, o mais bonito de sua carreira. Ele é o “menino dos olhos” do Milan e de toda torcida rossonera. Para a torcida brasileira, é um exímio exterminador de argentinos. Desde sempre sentiu-se à vontade em jogar, e bem, o maior clássico da Terra. Ele não é do tipo que ganhará o prêmio de melhor do mundo, da Fifa, ou qualquer outro. É do tipo que resolve. Daqueles que perdem o drible, mas não perdem a jogada. Daqueles que não tem preço.
Pipocam pelo mundo afora, jogadores de muita habilidade. Quase circenses. Eles dão plasticidade ao jogo. Enquanto o meia brasileiro faz o jogo, ser jogado. Kaká é uma raridade, nos tempos de hoje e sempre.

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu que acha que Cristiano Ronaldo levaria fácil esse premio de melhor do mundo, to quebrando a cara. O Kaka ta comendo a bola. To até torcendo pelo Milan.