...O Macuglia aqui não! Esse promete ser o novo grito da desorganizada do Coritiba. O time está eliminado da Copa do Brasil. Empate em 3 a 3 contra o Botafogo. Com certeza foi um jogão no Maracanã. Muito melhor do que o primeiro, no Couto Pereira. Muito melhor, mesmo. Porém, um pouco tarde demais. O time jogou bem. A grande surpresa foi o “cala-te boca” que o atacante Henrique Dias deu nos comentaristas desse blog. Mas a partida serviu muito mais para mostrar a deficiência defensiva do Botafogo, que é compensada com uma ofensividade ímpar. Do que para mostrar ao Coxa o caminho para a primeira divisão.
A dupla de ataque do time paranaense era, mais uma vez, inédita. Mas a zaga continua a mesma. E o goleiro também. Não, não é um elogio à base da equipe do Coritiba. O treinador Guilherme Macuglia conseguiu, pelo menos ao que parece, motivar finalmente seus atletas. Mas com suas substituições, ou a falta delas, não fez com que o time mantesse o ritmo da vitória. Perdido por um, perdido por mil. E com o resultado adverso o técnico põe em campo o vagaroso Geraldo, no lugar de Juninho, e tira o veloz Túlio. Em seu lugar entrou Keirrison, apenas aos 42 minutos do segundo tempo. Que moral do atacante, hein? A oportunidade de Marlos, veio apenas com a contusão do zagueiro Douglão. Não fosse a troca de um defensor por um meia amador, desconfio que Guilherme Macuglia queria assegurar o empate/derrota.
Na coletiva de imprensa, após o jogo, o técnico do Coritiba declarou-se chateado com as seqüência de eliminações. Porém, declarou que o Paranaense e a Copa do Brasil eram, na verdade, “laboratórios” para o real objetivo da temporada. Que é o acesso a Série A do campeonato brasileiro. Sem dúvida é o maior desejo de todo coxa-branca. E desses tempos de experimentações, chegou-se a uma fórmula infalível. Aqui vai a receita: uma porção de Gionédis; uma porção de Guilherme Macuglia; uma porção de jogadores despreparados. Junte os elementos e bata no liquidificador. Depois é só dar para a torcida engolir. O resultado será um catalisador eficiente para derrotas decisivas.

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