
Desta vez o Atlético/PR não tinha que reverter nada, estava tudo a seu favor. Porém foi desclassificado com a Arena da Baixada lotada. Mais uma vez, meus parabéns a vibrante torcida atleticana. Que aproveitou a solidariedade de sua diretoria para comparecer em peso.
Um jogo frio, como apontavam os termômetros (6 graus). Poucas chances para os dois lados. O Atlético jogava com 11, enquanto o Fluminense tinha 10 em campo. Rafael Moura não conta. Até que um lance parece ter dado um rumo diferente à partida. A defesa bobeou e a bola sobrou para o jogador Arouca, do Fluminense, que ficou livre com a bola na entrada da área. Infantilmente o goleiro do Atlético, Guilherme, sai para fora da área para fazer a defesa nos pés do centroavante. Acabou defendendo com as mãos e sendo expulso da partida. Era um lance real de gol, mas a saída do goleiro foi precipitada e inconseqüente. Guilherme vive grande fase e não pode ser responsabilizado pela desclassificação. Seu erro, foi uma questão de inexperiência. Ele merece a titularidade na equipe. Deve apenas aprender a controlar seus impulsos ala Fábio Costa, goleiro e lutador de vale-tudo do Santos. A vitória foi magra, 1x0, mas suficiente para classificar o Fluminense para as semifinais da Copa do Brasil. O Atlético merecia mais.
O apelo que fica é para que a diretoria, apesar da eliminação, perceba que o Atlético/PR só é o Furacão quando o estádio está lotado por sua apaixonada torcida. E ele estará lotado se TODOS puderem PAGAR. Os atleticanos garantem.

Um comentário:
Concordo com vc em todos os pontos. Rafael Moura não conta, não sei como alguém coloca ele como jogador ou como alguém considera ele como reforço. O gol que ele perde no primeiro tempo é rrridiculo. Não dá para entender o que passa na cabeça da diretória do Atlético cobrando os preços normais pelo ingresso. Depois da alta dos ingressos a arena nunca mais teve o mesmo peso nos brasileiros.
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